
A Imprensa golpista (GLOBO, VEJA, ISTO É, ESTADÃO E FOLHA DE SÃO PAULO) promovem uma série de reportagens tentando transformar Zelaya (presidente deposto por um golpe) no golpista. Tal imprensa fez o mesmo papel nos idos de 1964 apoiando um golpe militar e uma ditadura no Brasil em nome da democracia. Nesse sentido, Honduras serve como um ensaio para a contra-ofensiva dos conservadores neoliberais. Em artigo de Leonardo Arttuch, da revista Isto é de 30 de setembro de 2009, o jornalista tenta justificar o injustificável. Para Arttuch Zelaya só foi deposto porque tentou violar a Constiuição Hondurenha, ao propor um referendo em favor da propria reeleição. Em outras palavras, Zelaya iria através de um plebiscito aprovar ou não o instituto da reeleição. Entretanto, o congresso cinco dias antes do referendo aprova uma lei proibindo a realização de consultas populares seis meses antes ou seis meses depois das eleições gerais. Na verdade, o casuísmo que tanto a imprensa condena foi reproduzido pelo próprio congresso Hondurenho se manifestando poucos dias antes da consulta ao povo. Nesse sentido, o Referendo era legal, mas tornou-se ilegal pela manobra do congresso que se diz representante do povo, mas não confia e não permite esse mesmo povo decidir. Na sua opinião Zelaya foi deposto porque tentava um golpe? Se sim, cuidado! Você está reproduzindo um discurso dos verdadeiros golpistas...
Professor Edmundo Neto,
ResponderExcluirA imprensa brasileira assim como a direita (Oposição conservadora) poderá em breve pagar o maior mico da história por apostar no fracasso da diplomacia brasileira.
“Fontes da diplomacia brasileira informa que os dois principais requisitos para o término do impasse já foram alcançados: o presidente Zelaya concorda em reassumir o cargo com o compromisso de convocação urgente de eleições às quais não concorrerá. O presidente Roberto Micheletti, içado ao poder pelo golpe, concorda em cancelar todos os atos ditatoriais impostos por seu governo e, em seguida, renunciar ao cargo, retomando sua cadeia vitalícia no Parlamento. Não há indicação sobre a situação do comandante da Forças Armadas, general Romeo Vásquez que executou o golpe. Provavelmente, como parte do acordo, não será punido. Quando muito será reformado.”
Essa informações são do Chico Barreira, ex jornalista da folha de São Paulo e responsável pelo blog FATOS NOVOS E NOVAS IDÉIAS.
Valeu Camarada Libertário, boa postagem!!!!
Saudações Socialistas,
Messias Junior